sábado, 6 de agosto de 2011

Inocência Sanguinária







“Embebedado do seu sangue
ja não consigo voltar à realidade
Estou me afogando
Quanto mais próximo pareço do fim, maior fica o caminho.

Não disface o seu medo
Covardia é fugir do que se sente
Se liberte de tudo o que não lhe importa
Apague seu passado
Viva sua vida olhando toda a beleza que há aqui.

Maldições são pregadas naquilo que se crê
Temer é acreditar
Não fuja

Dois caminhos existem
Um terceiro se abre para aqueles que não são determinados
Se confundir é inocência, tentar driblar a luz é pecado

A lua é intocável ao sol
Porque ele ainda a ilumina?
Nem sempre as coisas são como queremos
São pregadas para a sobrevivência alheia.”

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